(ERAM)
Vinhos únicos, tintos, brancos e palhete, secos, de grande caráter, da região de
Entre Douro e Minho, produzidos por (NÃO MAIS)
Nuno Araújo e
Rui Cunha em 19 dos 34 hectares da
Quinta de Covela, com terroir específico, resultante da conjugação de solos arenosos graníticos pobres, ótima exposição a Sul, baixa altitude, castas utilizadas e microclima.
Os vinhos
COVELA, os primeiros
Regional Minho, diferenciam-se (DIFERENCIAVAM-SE) no panorama nacional e internacional pela sua qualidade e especificidade, atualmente (NÃO MAIS) em produção biodinâmica. O objetivo de
Nuno Araújo é (ERA) “produzir vinhos que tenham uma correta expressão do terroir porque totalmente livres de químicos de síntese e assim também privilegiando a proteção do ambiente, dos trabalhadores da Quinta e dos consumidores”. Na
Quinta sempre se praticou uma viticultura responsável, inicialmente em regime de
Proteção Integrada, posteriormente convertida para
Agricultura Biológica (certificada ECOCERT) e atualmente (NÃO MAIS) em conversão para
Biodinâmica.
Em 1992 foi engarrafado o primeiro branco Regional Rios do Minho, com marca Campo Novo (alterada para
Quinta de Covela em 1994) e em 1994, engarrafado o primeiro
COVELA tinto. As castas
tintas são Touriga Nacional, Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Merlot Noir, Touriga Franca; as castas
brancas são Avesso, Chardonnay, Gewuerztraminer, Viognier.
Fonte: http://www.lusowine.com
Altos e Baixos:
Em meados de 2005, contando com o apoio de um banco, o proprietário da Quinta começou um projeto de construção de residências de alto padrão, em uma pequena porção da propriedade inapta ao cultivo, dedicadas ao enoturismo local. O problema foi que, no meio do caminho, em meados de 2008,
Portugal e outras nações européias se viram diante de uma grave crise de dívida pública, levando vários países a entrarem em recessão.
Resultado: as residências, avaliadas cada uma em 1,5 milhão de euros não foram vendidas. O banco credor não quis saber de acordo e a propriedade foi alvo de hasta pública.
Abandonada e sem produzir uma gota de vinho por praticamente dois anos, a Quinta volta à ativa sob o comando de um grupo de investidores, dentre eles um brasileiro, que prometem reerguer a propriedade e a colocar de volta em funcionamento. O antigo enólogo,
Rui Cunha, foi recontratado e em breve devemos ter os vinhos da
Quinta de Covela novamente no mercado.
O Vinho: Feito a partir das uvas
Avesso,
Chardonnay e
Gewurztraminer.
Cor amarelo palha com tons esverdeados. Amplo
aroma de frutas tropicas, fresco, intenso e complexo. Na
boca apresentava estrutura formidável, mineralidade e acidez bem equilibradas e grande persistência.
Um vinho branco Português fascinante!